domingo, 22 de abril de 2018

General Sylvio Frota demitido pelos Generais Geisel e Golbery no dia seguinte houve a "abertura"

Escrito entre 1978 e 1980, "Ideais Traídos" narra os confrontos do ministro do Exército General Sylvio Frota com o presidente Geisel.
Resultado de imagem para MINISTRO DO EXÉRCITO SYLVIO FROTA.

O general Sylvio Frota observa que 1964 não foi uma verdadeira Revolução, mas um golpe de Estado. Assinala que a Arena tinha muito pouco de renovadora, pois representava a restauração dos "comportamentos oligárquicos", e afirma que a cassação dos antigos líderes de esquerda favoreceu a oposição, pois abriu caminho para sua renovação de seus quadros, o que que não ocorreu com o partido governista.

Como vivem hoje os "comunistas" da lista do general Sylvio Frota

Em 1977, uma briga na cúpula da ditadura resultou na divulgação de uma lista com os "comunistas infiltrados" no serviço público, entre eles Dilma Rousseff

Livro de Frota traz a versão da "linha-dura"
MAURICIO PULS
DA REDAÇÃO

Nove anos após a morte do general Sylvio Frota (1910-1996), a editora Jorge Zahar publica sua versão sobre os acontecimentos que culminaram na demissão do então ministro do Exército pelo presidente Ernesto Geisel, em 12 de outubro de 1977. Escrito entre 1978 e 1980, "Ideais Traídos" expõe o ponto de vista dos militares da chamada "linha-dura", que se opunha frontalmente ao restabelecimento da democracia no país.
A esse respeito, Frota é bastante claro: "As revoluções não marcam limites no tempo. Elas, dentro da doutrina que esposaram e vêm difundir, elaboram e impõem as leis que vigorarão na nova ordem. Semeiam seus princípios, especialmente na juventude, visando a dar-lhes raízes para sustentá-la até longínquo futuro. Por conseguinte, não têm prazos e somente se exaurem com a integral concretização de seus objetivos".
Dessa perspectiva, o presidente Geisel era um traidor, que chefiava um "governo de centro-esquerda". Ora, a centro-esquerda é a posição daqueles que, "tendo pendores marxistas, vêem nas reações conjunturais obstáculos difíceis de transpor para uma realização completa de seus objetivos; é apenas uma posição de espera. Defino-os como criptossocialistas". O ministro não tinha dúvidas de que seu governo conduziria o Brasil ao socialismo e, a longo prazo, ao comunismo.
Muitos eram os sinais dessa orientação: as pressões de Geisel para "destruir o sistema de segurança interna", o reconhecimento da República Popular da China, em 1974, que abriu caminho para "a penetração amarela no Brasil", e o reconhecimento da República de Angola. O próprio Frota enviou ao SNI, em 1977, uma lista com 96 comunistas infiltrados na administração pública, mas o governo não lhe deu importância.
O leitor contemporâneo provavelmente ficará espantado com a facilidade com que Frota divisava comunistas em toda parte -da Democracia-Cristã até a Anistia Internacional. A linha-dura possuía um critério muito claro para distinguir os bons dos maus: quem não está conosco está contra nós. Desse ponto de vista, todos os adversários pareciam infectados pelo esquerdismo. Nem os articuladores do golpe de 1964 estavam a salvo: o grupo de Castello Branco tinha inclinações "liberais centro-esquerdistas", e o do general Afonso de Albuquerque Lima, "fortes tinturas socialistas". Como observa Sartre em "Questão de Método", o pensamento totalitário consiste numa empresa de eliminação que se identifica com "o Terror pela sua recusa inflexível de diferenciar: seu objetivo é a assimilação total ao preço do menor esforço. Não se trata de realizar a integração do diverso guardando sua autonomia relativa, mas de suprimi-lo".

Problema da obediência
Em contraposição ao presidente, Frota julgava ser o verdadeiro defensor dos ideais de 1964. Nesse sentido, ele não devia obediência a Geisel: "Um ministro militar é, do meu ponto de vista, primordialmente, o representante e defensor de sua Força junto ao presidente e, secundariamente, um delegado deste na instituição. Em última análise, quando no confronto de opiniões os obstáculos tornam-se intransponíveis e a conciliação impossível, impõe-se ao titular da pasta solidarizar-se com o pensamento de sua Força".
É fácil perceber que o modelo de Frota é o general Costa e Silva que, tendo tomado o Ministério da Guerra após a queda de João Goulart, impôs sua candidatura à Presidência. Frota não esconde sua admiração por ele: "O general Costa e Silva definia-se em todos os seus atos como chefe "dominante", destinado a imperar nos períodos de desintegração e violência, em que a acomodação é ridícula ingenuidade e durante os quais só a força é argumento entendido e obedecido". A tentativa de reeditar a história fracassou: o o ministro foi exonerado, e o presidente impôs o nome de seu candidato à sucessão. Aqui reside o núcleo do livro: o problema da insubordinação militar. Frota sustenta que foi traído pelos demais generais, pois estes deviam obediência a ele, e não ao presidente.
Os demais generais, não pensavam do mesmo modo. Antes de sua demissão houve muitos sinais de que Frota não tinha suficiente apoio no Exército para enfrentar Geisel. O primeiro deles surgiu em outubro de 1975, quando "suicidou-se o jornalista Wladimir Herzog, como provado ficou em inquérito policial militar". No Congresso, o senador Leite Chaves, ao fazer um aparte, comparou os torturadores à SS de Adolf Hitler. Frota exigiu a cassação do senador. Geisel se recusou, afirmando que o senador faria uma retratação. Frota esperava que o Alto Comando do Exército enquadrasse o presidente, mas isso não ocorreu, pois os generais avaliaram que "o ministro não tinha razão; o presidente era o comandante supremo das Forças Armadas, podia tomar aquela decisão".

Derrota
Frota julga que, naquele episódio, Geisel já tinha conseguido "subjugar o Exército": "Os generais curvaram-se, com excessivas flexibilidade e rapidez, diante da decisão presidencial. Não deveriam tê-lo feito". O mesmo fato se repetiu em janeiro de 1976, quando Geisel determinou a exoneração do comandante do 2º Exército, general Ednardo D'Ávila Mello, após outro "suicídio" em São Paulo, o de Manoel Fiel Filho.
Apesar disso, o ministro inicia, ainda em 1976, sua aproximação com os congressistas da Arena que logo lançariam sua candidatura à Presidência. Frota nega que tenha incentivado esse movimento ("esses fatos e entendimentos, está claro, ocorreram à minha revelia"), mas deixa claro que nunca desestimulou seus aliados.
Ele narra com detalhes todos os acontecimentos que resultaram em sua demissão, em 12 de outubro de 1977, e sua tentativa de reunir o Alto Comando do Exército naquele mesmo dia: "O que eu procurava, naqueles momentos difíceis, era expor aos meus colegas do Alto Comando uma série de fatos e manipulações astuciosas que os homens do quarto governo da Revolução punham em prática para sua preservação no poder. Dir-lhes-ia que a Revolução estertorava, no abandono de seus princípios, acalentando idéias que condenávamos em 1964... Minha missão revolucionária terminaria aí; meus colegas que agissem como bem entendessem". Com isso, Frota esperava forçar o presidente a recuar.
O Palácio do Planalto, porém, entrou em contato com os generais que desembarcavam em Brasília, que foram conduzidos até Geisel. Abandonado até por velhos amigos, Frota passou o cargo ao sucessor nesse mesmo dia.
http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2603200619.htm

sábado, 21 de abril de 2018

Lição dada pelo General Lúcio Wandeck ao Comandante Militar do Sul Pujol

Bela e oportuna lição dada ao general Pujol pelo veteraníssimo coronel reformado Lúcio Wandeck. Espero que o Pujol aprenda a lição.

Eu Lício Wandeck era primeiro-tenente em 1964, havia tomado parte ativa na conspiração de que resultou a contrarrevolução de 1964 (fiz parte do grupo de sublevados que na Escola Anne Frank preparavam-se para repelir as tropas comandadas pelo Alte Aragão, que, se supunha, iriam nos atacar. Comigo estavam, dentre tantos oficiais das FFAA, os irmãos Etchegoyen, pai e tio do atual Gen Etchegoyen). Fui a capitão em 1968, major em 1972, e daí por diante. 

Exmo Sr General de Exército Edson Leal Pujol
DD Comandante do Comando Militar do Sul

Saudações

Vale a pergunta: quem estará mais habilitado a discorrer, daqui a 40 anos, sobre o momento atual, seremos nós que estamos, de certa forma, participando da ou acompanhando a história, ou os jovens que só nascerão daqui a 20 anos, e conhecerão a história de hoje por ouvir falar ou por ler livros didáticos de história, como os que são distribuídos pelo MEC, com acentuado viés esquerdopata? Esses livros, há alguns anos foram distribuídos pelo MEC a todas as escolas públicas e ao Colégio Militar do Rio de Janeiro. No CM, o Comandante mandou devolvê-los e só adotou livros editados pela Fundação Trompowsky, do Exército, que leva o nome do patrono do ensino militar. Hoje os livros são pré-examinados pela DEPA. 

Em 1964 o senhor era um menino de nove anos.
Nos anos precedentes e nos seguintes, os mais turbulentos daquela época, ainda era criança ou adolescente, portanto incapaz, fisiologicamente, mormente quando ainda não havia sido criada a internet, de se interessar, assimilar e compreender mais do que superficialmente os momentos políticos internacional e nacional então vigentes.  

Eu era primeiro-tenente em 1964, havia tomado parte ativa na conspiração de que resultou a contrarrevolução de 1964 (fiz parte do grupo de sublevados que na Escola Anne Frank preparavam-se para repelir as tropas comandadas pelo Alte Aragão, que, se supunha, iriam nos atacar. Comigo estavam, dentre tantos oficiais das FFAA, os irmãos Etchegoyen, pai e tio do atual Gen Etchegoyen). Fui a capitão em 1968, major em 1972, e daí por diante. 

Posso assegurar-lhe que a Guerra Fria em nada motivou diretamente o que se passava no Brasil, e que as instituições nacionais estavam em pleno vigor, a despeito da intenção dos comunistas, sempre muito ativos naquela ocasião como estão até hoje, mirando a conquista do poder.

A fala de que as instituições hoje estão consolidadas, mais maduras do que em 1964, constitui equívoco.
A instituição casamento realizava-se entre homem e mulher, hoje entre gays, lésbicas e transgêneros.
A família constituía-se de pai, mãe, filhos, avós, netos, irmãos e primos. Hoje o conceito de família está mais para o local onde se reúnem pessoas que tem a chave da mesma casa.
As instituições políticas incluíam os órgãos e um reduzido grupo de partidos políticos. Hoje nem é preciso ser mais explícito.
O parlamento era mais confiável do que hoje.
Antes o exemplo mais conhecido era o da corrupção no varejo com o suborno do guarda de trânsito para relevar a multa, hoje impera a corrupção no atacado envolvendo altas autoridades.
Ontem o futebol, instituição nacional, tinha torcedores nos estádios. Hoje os torcedores dos times opostos cometem assassinatos televisionados.
Ontem as novelas, outra instituição nacional, podiam ser assistidas por crianças. Hoje exaltam a destruição da família e toda a sorte de mal caratismo. 
Ontem nas escolas e universidades ensinavam-se ofícios, ciências, humanidades. Hoje algumas faculdades são um balcão de negócios para a venda de diplomas com um professor no meio para atrapalhar a negociação. 
Ontem, em 1964, estudei Direito Romano no primeiro ano da faculdade. Hoje um ministro da Corte Suprema atreveu-se a comparar o nosso glorioso Exército às Guardas Pretorianas.
Ontem o nosso glorioso Exército não precisou ser engajado em operações de segurança pública porque as polícias davam conta da missão institucional que a elas competia, tanto que ontem, no vazio da Lapa, no máximo o criminoso sacava da solingen e abria uma avenida no peito do adversário. Hoje, munidos de AK-47, os bandidos matam, ao vivo e em cores, até mesmo crianças. 

A bala perdida, hoje, sim, é uma instituição nacional!

A instituição Estado carece dos meios necessários na quantidade suficiente para impedir a entrada de armas de guerra no território.    

As instituições estão falidas, senhor General.

Ontem as Forças Militares puseram cobro à tentativa de implantar o comunismo no nosso querido Brasil.

Hoje, por ordem superior, não se fazem presentes em solenidades cívicas para relembrar ao povo o papel histórico que lhes coube na derrocada da Intentona Comunista de 1935 e no restabelecimento da plena democracia em 31 de março de 1964.

Mas nem tudo está perdido.

Continuam a ser a instituição mais acreditada no Brasil

Talvez mesmo, a única.

Sem dúvida o deputado Jair Bolsonaro não é candidato do Exército, como não poderia sê-lo, porque as FFAA não podem e não devem ter candidatos, entretanto, tomo a liberdade de afiançar-lhe que eu, se provocado pela pergunta, responderia que ele não é um candidato militar desde que os regulamentos militares proíbem que as FFAA optem por A ou por B. 
Para o leigo que faz a pergunta, principalmente para jornalista à cata de notícias sensacionalistas, a resposta crua assume mais a conotação de rejeição ao nome do ilustre capitão reformado do que de obediência a preceitos regulamentares.

Concordo plenamente com os termos da declaração do Cmt do Exército tornada pública recentemente antes de reunião plenária do STF.

Discordo frontalmente da interpretação que a ela deu, extemporaneamente, fora do escopo da reunião do STF, o Ministro Celso de Mello, comparando o Exército às Guardas Pretorianas, que ensejou pronta resposta de desagravo da Comissão Interclubes Militares, assinada por todos o seus membros, dentre os quais eu.

Respeitosamente, assino-me, na condição de coparticipante ativo da história, e na de que a minha longevidade (84 anos) me confere.

Atenciosa e respeitosamente,

Lucio Wandeck   

PS - Da mesma forma que as suas declarações foram publicamente exteriorizadas em ambiente civil e divulgadas na internet, tornarei pública esta carta e-mail resposta, cuja única intenção é a de repor a verdade histórica, assim contribuindo para que a jovem oficialidade não a assimile erroneamente. 

"Bolsonaro não representa o Exército" diz general Comandante Militar do Sul

Débora Cademartori / Agencia RBS

General Edson Leal Pujol participou de homenagem ao Dia do Exército na Assembleia Legislativa
Débora Cademartori / Agencia RBS
O general também minimizou as afirmações feitas pelo comandante do Exército, general Eduardo Villas Bôas, que se manifestou, na véspera do julgamento do habeas corpus do ex-presidente Lula pelo Supremo Tribunal Federal (STF), apontando que a instituição “compartilha o anseio de todos os cidadãos de bem de repúdio à impunidade (...), bem como se mantém atento às suas missões institucionais”.
Para Pujol, o entendimento de setores políticos de que a afirmação de Villas Bôas foi uma tentativa de pressão sobre o STF não procede. (Esse é um verdadeiro traidor da pátria!)

domingo, 15 de abril de 2018

O Brasil de Lula (PT) e Meirelles (MDB) é o Brasil que não queremos.
O de Alckmin (PSDB) ou Temer (MDB) muito menos.

Gerhard Erich Bœhme
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E mesmo entre os melhores, nem Álvaro Dias (Podemos), nem Flávio Rocha (PRB) e muito menos João Amoêdo (Novo) entendem os nossos maiores problemas, não nos parecem ser a solução. Somente no futuro debaterão temas como:

1.          parlamentarismo às avessas;
2.          discriminação espacial;
3.          a poder do “Triângulo de Ferro”;
4.          a defesa e aplicação do princípio da subsidiariedade;
5.          a importância da competência em vez do foco limitado no ensino ou escolarização.

O Brasil para ter futuro depende do debate destes temas.

E Ciro Gomes (PDT), Guilherme Boulos (PSOL) ou Manuela Pinto Vieira d'Ávila (PCdoB) e tantos outros da extrema esquerda, nos apresentam as soluções que existiam antes do “Fall der Mauer”, são peças de museu, museu de horrores.

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Este é o Brasil onde temos um parlamentarismo às avessas. É bem isso!

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Explico:

Antes do 15 de novembro de 1889 tínhamos o parlamentarismo e era eleito o primeiro-ministro a partir de uma base de apoio, ou base aliada.  As melhores propostas uniam os políticos com os eleitores. Assim o futuro chefe de governo tomava posse com propostas e um plano de trabalho consensado, aprovado pela maioria dos políticos e por seus eleitores. Havia alternância saudável no poder Executivo e responsabilidade no Poder Legislativo e no Poder Judiciário. E tínhamos o Poder Moderador, o ombudsman nacional era o Imperador.

E assim o primeiro-ministro governava. Governava bem!

Caso ocorresse qualquer deslize sério, o Imperador exercendo o Poder Moderador poderia destitui-lo, cabendo ao Parlamento a escolha de outro, ou mesmo, em crises mais sérias, dissolver o Parlamento e convocar novas eleições. É assim que funciona nas monarquias modernas, no Japão, na Austrália, no Canadá, na Espanha, na Tailândia, no Marrocos, na Jordânia, na Holanda, na Suécia, na Dinamarca, na Noruega, na ..

A vida seguia em paz. Foi a razão de nosso desenvolvimento, foco e visão no futuro e as melhores conquistas em termos de liberdade, inclusive econômica, e de melhoria de qualidade de vida.

Os militares exercendo o Poder Moderador, mas excedendo nas suas atribuições.


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Depois de 15 de novembro de 1889 tivemos os militares como o “poder moderador”, erraram no nosso primeiro período de exceção, a República da Espada. Quase dividiram novamente o Brasil quando do golpe militar que veio a instaurar uma ditadura, a de Getúlio Vargas. Ele assim passou a usufruir de poderes quase ilimitados e, aproveitando-se deles, começou a tomar políticas de modernização do país. Acertou? Não acredito. Nos impôs o segundo regime de exceção, o Estado Novo. Felizmente somente os paulistas tiveram dignidade, tivemos o 9 de julho de 1932.

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E mais uma vez os militares vieram com as prerrogativas do Imperador, a do Poder Moderador, mas para isso tomaram o lugar do Poder Executivo. Em 1964 acertaram em cheio, mas fica a dúvida se acertaram também a partir de 1967, quanto tivemos o breakthrough do Regime Militar.
Infelizmente este breakthrough, o de 1967, não é estudado e muito bem interpretado pelos brasileiros.

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Depois da quartelada que muitos ainda, desconhecendo nossa verdadeira história, a chamam de "Proclamação da República, passamos a eleger o primeiro-ministro e damos a ele o nome de presidente, quando não presimente ou presidenta.

O que não nos damos conta é que assim temos um parlamentarismo às avessas, pois para governar necessitam de apoio, e como não tem, já que as eleições são desvinculadas. Desvinculadas entre os políticos eleitos para o Executivo  e para o Legislativo, e desvinculadas entre os políticos e as propostas defendidas em campanha e o plano de governo pré-concebido. O "presidente" necessita então formar uma base aliada, mas ela para aceitar isso passou a ter o código de barras na testa, passou a exigir leis e privilégios especiais, recursos polpudos para as emendas, cargos e até mesmo ministérios com a porteira fechada. O problema é que para conseguirem este apoio, os preços foram aumentando, sem contar as diversas crises que tivemos e ainda haveremos de ter se não retornaremos para um Regime constitucional, com a forma de governo monárquica e um sistema refratário ao toma-lá-dá-cá. Nestes últimos 30 anos tivemos inúmeros escândalos. Tivemos o CC5/Banestado, a privataria - um jogo de cartas marcadas e quase tivemos a Petrobrax.

A lista dos crimes tucanos além do CC5/BANESTADO é enorme:

1)   Denúncias abafadas: Já no início do seu primeiro mandato, em 19 de janeiro de 1995, o ex-presidente Cardoso fincou o marco que mostraria a sua conivência com a corrupção. Ele extinguiu, por decreto, a Comissão Especial de Investigação, criada por Itamar Franco e formada por representantes da sociedade civil, que visava combater o desvio de recursos públicos. Em 2001, fustigado pela ameaça de uma CPI da Corrupção, ele criou a Controladoria-Geral da União, mas este órgão se notabilizou exatamente por abafar denúncias. Assim é até hoje.
2)    
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2) Caso Sivam: Também no início do seu primeiro mandato, surgiram denúncias de tráfico de influência e corrupção no contrato de execução do Sistema de Vigilância e Proteção da Amazônia (Sivam/Sipam). O escândalo derrubou o brigadeiro Mauro Gandra e serviu para o ex-presidente Cardoso “punir” o embaixador Júlio César dos Santos com uma promoção. Ele foi nomeado embaixador junto à FAO, em Roma, “um exílio dourado”.
A empresa ESCA, encarregada de incorporar a tecnologia da estadunidense Raytheon, foi extinta por fraude comprovada contra a Previdência. Não houve CPI sobre o assunto. o ex-presidente Cardoso bloqueou.
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3)   Pasta Rosa: Em fevereiro de 1996, a Procuradoria-Geral da República resolveu arquivar definitivamente os processos da pasta rosa. Era uma alusão à pasta com documentos citando doações ilegais de banqueiros para campanhas eleitorais de políticos da base de sustentação do governo. Naquele tempo, o procurador-geral, Geraldo Brindeiro, ficou conhecido pela alcunha de “engavetador-geral da República”.

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4) Compra de votos: A reeleição de o ex-presidente Cardoso custou caro ao país. Para mudar a Constituição foi necessário aumentar a base afilhada, houve um pesado esquema para a compra de voto, conforme inúmeras denúncias feitas à época. Gravações revelaram que os deputados Ronivon Santiago e João Maia, do PFL do Acre, ganharam R$ 200 mil para votar a favor do projeto. Eles foram expulsos do partido e renunciaram aos mandatos. Outros três deputados acusados de vender o voto, Chicão Brígido, Osmir Lima e Zila Bezerra, foram absolvidos pelo plenário da Câmara. Como sempre, o ex-presidente Cardoso resolveu o problema abafando-o e impedido a constituição de uma CPI.

5) Vale do Rio Doce: Apesar da mobilização da sociedade em defesa da CVRD, a empresa foi vendida num leilão por apenas R$ 3,3 bilhões, enquanto especialistas estimavam seu preço em ao menos R$ 30 bilhões. Foi um crime de lesa-pátria, pois a empresa era lucrativa e estratégica para os interesses nacionais. Ela detinha, além de enormes jazidas, uma gigantesca infraestrutura acumulada ao longo de mais de 50 anos, com navios, portos e ferrovias. Um ano depois da privatização, seus novos donos anunciaram um lucro de R$ 1 bilhão. O preço pago pela empresa equivale hoje ao lucro trimestral da CVRD.

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6) Privatização da Telebrás: O jogo de cartas marcadas da privatização do sistema de telecomunicações envolveu diretamente o nome de o ex-presidente Cardoso, citado em inúmeras gravações divulgadas pela imprensa. Vários “grampos” comprovaram o envolvimento de lobistas com autoridades tucanas. As fitas mostraram que informações privilegiadas foram repassadas aos “queridinhos” de o ex-presidente Cardoso. O mais grave foi o preço que as empresas privadas pagaram pelo sistema Telebrás, cerca de R$ 22 bilhões. O detalhe é que nos dois anos e meio anteriores à “venda”, o governo investiu na infraestrutura do setor mais de R$ 21 bilhões. Pior ainda, o BNDES ainda financiou metade dos R$ 8 bilhões dados como entrada neste meganegócio. Uma verdadeira rapinagem contra o Brasil e que o governo o ex-presidente Cardoso impediu que fosse investigada.

7) Ex-caixa de o ex-presidente Cardoso: A privatização do sistema Telebrás foi marcada pela suspeição. Ricardo Sérgio de Oliveira, ex-caixa das campanhas de o ex-presidente Cardoso e do senador José Serra e ex-diretor do Banco do Brasil, foi acusado de cobrar R$ 90 milhões para ajudar na montagem do consórcio Telemar. Grampos do BNDES também flagraram conversas de Luiz Carlos Mendonça de Barros, então ministro das Comunicações, e André Lara Resende, então presidente do banco, articulando o apoio da Previ para beneficiar o consórcio do Opportunity, que tinha como um dos donos o economista Pérsio Arida, amigo de Mendonça de Barros e de Lara Resende. Até o ex-presidente Cardoso entrou na história, autorizando o uso de seu nome para pressionar o fundo de pensão. Além de “vender” o patrimônio público, o BNDES destinou cerca de 10 bilhões de reais para socorrer empresas que assumiram o controle das estatais privatizadas. Em uma das diversas operações, ele injetou 686,8 milhões de reais na Telemar, assumindo 25% do controle acionário da empresa..




8) Juiz Lalau: A escandalosa construção do Tribunal Regional do Trabalho de São Paulo levou para o ralo R$ 169 milhões.. O caso surgiu em 1998, mas os nomes dos envolvidos só apareceram em 2000. A CPI do Judiciário contribuiu para levar à cadeia o juiz Nicolau dos Santos Neto, ex-presidente do TRT, e para cassar o mandato do senador Luiz Estevão, dois dos principais envolvidos no caso. Num dos maiores escândalos da era o ex-presidente Cardoso, vários nomes ligados ao governo surgiram no emaranhado das denúncias. O pior é que o ex-presidente Cardoso, ao ser questionado por que liberara as verbas para uma obra que o Tribunal de Contas já alertara que tinha irregularidades, respondeu de forma irresponsável: “assinei sem ver”.

9) Farra do Proer: O Programa de Estímulo à Reestruturação e ao Sistema Financeiro Nacional (Proer) demonstrou, já em sua gênese, no final de 1995, como seriam as relações do governo o ex-presidente Cardoso com o sistema financeiro. Para ele, o custo do programa ao Tesouro Nacional foi de 1% do PIB. Para os ex-presidentes do BC, Gustavo Loyola e Gustavo Franco, atingiu 3% do PIB. Mas para economistas da Cepal, os gastos chegaram a 12,3% do PIB, ou R$ 111,3 bilhões, incluindo a recapitalização do Banco do Brasil, da CEF e o socorro aos bancos estaduais. Vale lembrar que um dos socorridos foi o Banco Nacional, da família Magalhães Pinto, a qual tinha como agregado um dos filhos de o ex-presidente Cardoso.

10) Desvalorização do real: De forma eleitoreira, o ex-presidente Cardoso segurou a paridade entre o real e o dólar apenas para assegurar a sua reeleição em 1998, mesmo às custas da queima de bilhões de dólares das reservas do país. Comprovou-se o vazamento de informações do Banco Central. O PT divulgou uma lista com o nome de 24 bancos que lucraram com a mudança e de outros quatro que registraram movimentação especulativa suspeita às vésperas do anúncio das medidas. Há indícios da existência de um esquema dentro do BC para a venda de informações privilegiadas sobre câmbio e juros a determinados bancos ligados à turma de o ex-presidente Cardoso. No bojo da desvalorização cambial, surgiu o escandaloso caso dos bancos Marka e FonteCindam, “graciosamente” socorridos pelo Banco Central com 1,6 bilhão de reais.
Houve favorecimento descarado, com empréstimos em dólar a preços mais baixos do que os praticados pelo mercado.

11) Sudam e Sudene: De 1994 a 1999, houve uma orgia de fraudes na Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia (Sudam), ultrapassando R$ 2 bilhões. Ao invés de desbaratar a corrupção e pôr os culpados na cadeia, o ex-presidente Cardoso extinguiu o órgão. Já na Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste (Sudene), a farra também foi grande, com a apuração de desvios de R$ 1,4 bilhão. A prática consistia na emissão de notas fiscais frias para a comprovação de que os recursos do Fundo de Investimentos do Nordeste foram aplicados. Como fez com a Sudam, o ex-presidente Cardoso extinguiu a Sudene, em vez de colocar os culpados na cadeia.

Hoje sabemos o porquê do apoio incontido a Lula e do silêncio do ex-presidente Cardoso.
Em resumo: o maior crime dos tucanos foi o de não serem oposição quando o Brasil mais precisava dela..

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E mais recentemente veio o Mensalão com os milhões, e assim Lula fazendo jus aos melhores dicionários, sinônimo de peta e de mentira, ele que estava sempre na sala ao lado e sabia de tudo, por conta da deixa do ex-presimente Cardoso passou a não saber nada. Com o Petrolão, Lula se tornou sinônimo de corrupção e assim movimentou muitos bilhões.

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E Michel Temer não mudou o curso da história, pior ele nos trouxe de volta o velho e carcomido símbolo do que representa, o velho positivismo comtiano -um tipo de coletivismo -  associado ao poder das chamadas sociedades secretas, com direito a conversas no Palácio do Jaburu e a malas recheadas.

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Temer veio como sucessor e preposto do dono do Brasil, o senhor José Ribamar Ferreira de Araújo Costa.

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Mas faltam ainda dois outros sinônimos que Lula haverá de ser reconhecido, eles virão quando forem desvendados os crimes do Tesourão (BNDES) que alcançou a marca de alguns trilhões.



E como se isso tudo não bastasse, temos o Quimicão (benzoilmetilecgonina ou éster do ácido benzoico), o qual a partir do "Foro de São Paulo" Lula transformou o Brasil no quintal das FARCs, do potentado que antes era um índio sindicalista cocalero e hoje se tornou um eterno presidente de um país vizinho, sem esquecermos dos carperos que se aliaram com os membros do Ejército del Pueblo Paraguayo (EPP) que nos invade com a craconha, também chamada de zirrê, básico, criptonita, mesclado, usw..

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Se com o Mensalão foram milhões, com o Petrolão bilhões e com o Tesourão chegou-se a casa dos trilhões, com o Quimicão chegou-se a algo de valor incalculável, centenas, milhares de vidas humanas, vidas que se perdem com as drogas. Elas estão presentes na maioria dos lares, no campo e nas cidades e até mesmo em Jucutuquara da Serra.

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Temos assim a mistura da compra de parlamentares e a cobiça dos políticos somada a projetos de poder de partidos totalitários. E quem paga é o contribuinte.
Com a monarquia temos a estabilidade e uma baixa carga tributária, com a república a incerteza e o contribuinte sendo escravizado, pagando a conta.

Pense nisso!

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¹ Primeiro-Ministro nos tempos do Império do Brasil era denominado de Chefe do Conselho de Ministros, que assim governava o país para os brasileiros, em que pese os interesses das oligarquias serem ainda mais fortes que hoje, mas a forma e o sistema de governo impedia a consolidação ou supremacia do "Triângulo de Ferro", o qual somente conseguiram impor a sociedade brasileira com a tirania da "República da Espada", que assim pariu uma de suas crias, a figura do coronelismo.


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Se não concorda com a monarquia, recomendo que pegue qualquer indicador social, econômico, ambiental, usw. Com base nele faça uma relação dos melhores colocados, seguramente você terá uma relação com as principais monarquias do mundo, pequenos países como Estônia, Singapura ou Israel, sempre com uma população menor que a das cidades do Rio de Janeiro ou São Paulo, ou cairá nas quatro, as repúblicas que deram certo e que nações que guardam uma relação entre si:

1. Onde a etnia principal ou majoritária é a alemã.

2. São países federalistas de fato, onde o princípio da subsidiariedade  foi entendido e  defendido durante décadas.

Assim temos  a Alemanha, a Áustria, os Estados Unidos e a Suíça.

A Suíça já foi um dia uma Confederação, assim como a Alemanha e parte dos Estados Unidos.